11/05/2017 - ENEVA tem EBITDA de R$ 257 milhões no 1º trimestre de 2017

Receita fixa da termelétrica Parnaíba II e reduções nos custos operacionais no segmento de carvão contribuíram para o resultado

A ENEVA registrou EBITDA recorrente ajustado (Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 257 milhões no primeiro trimestre do ano, aumento de 26% em relação a igual período de 2016, quando somou R$ 203 milhões. O resultado foi positivamente impactado pela receita fixa da termelétrica Parnaíba II, e por reduções nos custos operacionais no segmento de carvão.

A margem EBITDA aumentou 11 pontos percentuais, atingindo 58% no primeiro trimestre de 2017, na comparação com igual exercício do ano passado. Já a Receita Operacional Líquida somou R$ 445 milhões nos primeiros três meses do ano, crescimento de 2% em relação aos R$ 439 milhões apurados no primeiro trimestre de 2016. Nos três primeiros meses do ano, o Fluxo de Caixa Operacional foi de R$ 247 milhões, acréscimo de 61% em relação ao consolidado em igual exercício do ano anterior.

No lado operacional, a geração da ENEVA foi de 1.181 GWh (ou 593 MW médios), redução de 50% na comparação com igual período no ano em 2016. A diminuição é explicada principalmente pelo nível elevado do reservatório de Tucuruí, pelo aumento da capacidade instalada de Belo Monte e pelas limitações da capacidade de transmissão de energia do Subsistema Norte para os demais Subsistemas.

"O resultado da companhia no primeiro trimestre foi muito bom, com crescimento expressivo do EBITDA e redução importante nos custos operacionais. Apesar do menor nível de despacho no período, a Companhia aumentou sua geração de caixa operacional, o que mostra a solidez dos nossos ativos e a importância de buscarmos uma operação cada vez mais eficiente", explicou Pedro Zinner, CEO da ENEVA.

 

Pecém II

Em setembro do ano passado, o governo do Ceará emitiu um decreto criando o encargo hídrico emergencial (EHE), que elevou o valor cobrado pelo fornecimento de água à usina de Pecém II. A companhia vem, desde então, negociando com agentes envolvidos.

Na última sexta-feira, dia 5, a ENEVA obteve, no Tribunal Regional Federal, autorização para repassar o valor do encargo para o CVU. A decisão afirma, ainda, que a ENEVA não pode ser penalizada em caso de redução ou interrupção da geração motivada pelo fornecimento de água.

 

SOBRE A ENEVA

A ENEVA é uma companhia integrada de energia, com negócios complementares em geração de energia elétrica e exploração e produção de hidrocarbonetos. Seu modelo de negócios é centrado na gestão do reservoir-to-wire (R2W), geração térmica integrada aos campos produtores de gás natural. Com um parque térmico de 2,2 GW de capacidade instalada, a ENEVA equivale a 5% da capacidade térmica instalada nacional. Na parte de óleo e gás, é a maior operadora privada de gás natural do Brasil, com capacidade de produção de 8,4 milhões de m³ por dia. A companhia opera mais de 27 mil km² de área na Bacia do Parnaíba, no Maranhão.

 

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Elisa Soares

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