​​​​​​ Engenharia Básica

A usina termelétrica Itaqui possui 360 MW de capacidade instalada, com consumo estimado de carvão de 600 mil a 1 milhão de toneladas ao ano  mineral.

A unidade termelétrica é composta por uma caldeira, um turbo gerador a vapor, um transformador de 410 MVA.

Além da ilha de potência (sistema princi​pal de produção, com turbina, caldeira, filtros FGD, e chaminé e torre de resfriamento) a usina possui um sistema de tratamento de água para dessalinização, um sistema de adução e descarte de efluentes (para captação de água do mar utilizada no processo), uma correia transportadora e uma linha de transmissão.

O processo produtivo

O carvão mineral, combustível utilizado para a geração de energia, chega pelo porto de Itaqui e é levado ao pátio de estocagem da termelétrica Itaqui através de uma correia transportadora vedada, evitando perda de material.

Do pátio de estocagem, o carvão é empilhado em grandes carreiras e uma série de cuidados especiais é tomada: preparação do piso  ao longo da extensão do pátio para captar a água das chuvas,   impermeabilização do solo abaixo do pátio de estocagem e a continua umectação do solo para evitar a dispersão de particulados.  Além disso, a usina possui um cinturão de vegetação densa e alta para impedir a ação dos ventos e proteger o carvão mineral.

O carvão mineral é levado por novas esteiras até os silos. Ali ele é pulverizado e preparado para a queima. A água do mar também é utilizada no processo.

Ela é captada através de canos subterrâneos e dessalinizada na estação de tratamento de água.

Na caldeira o pó de carvão é queimado e o calor gerado aquece a água resultando em um vapor superaquecido que transforma a energia térmica em mecânica. A turbina faz girar o eixo de um gerador, produzindo eletricidade. O vapor precisa ser condensado para ser bombeado de volta a caldeira, onde o processo se repete. A água do mar é utilizada no resfriamento do vapor e depois devolvida inalterada ao meio ambiente, a não ser por uma discreta elevação da temperatura.

A usina termelétrica Itaqui utiliza o que existe de mais moderno em  tecnologia para a redução de resíduos. A ENEVA investe 30% a mais do que a legislação brasileira exige para construir uma usina com equipamentos e tecnologia de ponta, que possibilitam eliminar cerca de 95% das emissões geradas pela combustão do carvão. 

A eletricidade passa pelos transformadores para que a voltagem seja ajustada à linha de transmissão, que já está conectada ao Sistema Interligado Nacional (SIN).


ENEVA 2.0

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